FERNANDO UREÑA
RIB
Na fluidez de Aquoso nós
capturamos o expressaos de harmonia de humanidade com
natureza até si mesmo. São fundidas visões subaquáticas
luminosas e formas orgânicas em um tipo de celebração
sensual. O trabalho de Fernando Urena Rib durante os
anos se tornou cada vez mais cativante como ele integra
e equilibra pigmentos e cores, enquanto combinando
movimentos com a mistura sem costura de formas
múltiplas.
Fernando está, a suo próprio modo, um feminista. Não no
senso social contemporâneo, mas no senso térreo da
pessoa absorvida por as forças de vida femininas. As
formas e figuras são formas femininas que prendem a o
espectador. Poderia haver as mulheres nuas sutilmente
flutuantes sobre as telas dele, mas no há ausência de
erotismo. A atitude progressiva em arte chama para
transcendência do óbvio, do vulgar. O trabalho de
Fernando sejam eles enfeitado com formas orgânicas é
humanas expressões maravilhosas de delícia sensual que
transcende erotismo descarado, e gasta desbordando em
euforia harmônica.
Ao examinar seu trabalho me percebi que as imagens eram
simples em aparência, mais plenos da complexidade e de
retribuição, como si tiveram um elemento magnético
poderoso. É a bondade das formas que provocam suspiro,
quietamente, para o observador. Porque as obras de Ureña
Rib podem ser vista como um meio de iluminação física,
espiritual e social nossa. É o grau de iluminação que
determina o impacto que uma obra de arte está causando
ao espectador. A pessoa vem à consciência que o Fernando
é um miríade de paradoxos. Os seus empenhos artísticos
são o velho desejo de harmonizar dois mundos.
Por mais de vinte anos, coletores de arte das principais
cidades americanas e europeas apreciam altamente e
adquiram os trabalhos de Fernando Ureña Rib que são uma
atestação da qualidade e maestria da suo arte. Toda
pintura está em relação com a vida e como sabemos todos
nós, toda a vida origina de água. O Aquoso de Fernando
séries de telas ai óleo são uma representação mágica da
fluidez de existência e das expressões orgânicas de
vida.
SCOTT DUPERRON