dominican art

 

EXPOSICIÓN FUSIONES DE CARNAVAL

FERNANDO UREÑA RIB

casa de américa latina

lisboa

 

 

Fernando Urena Rib expone en Casa de America Latina en Portugal

 

Minhas Senhoras e meus Senhores
Boa Noite

Obrigado a todos pela vossa presença comigo esta noite, na minha exposiçaõ Fusões de Carnaval.

A conferência que o historiador dominicano Roberto Casá proferio no Palacio da Foz, aprendi que o nosso país, a República Dominicana, no século XVII teve uma numerosa população Portuguêsa. E, é verdade. Basta consultar um diretório telefonico Dominicano pra ver que muitas das nossas famílias e sobrenomes vêm de Portugal.

Por isso, estou muito grato que a Embaixada Dominicana me fizeram o convite para expor as minhas telas com o tema Fusões do Carnaval aquí em Lisboa
. Obrigado, Senhora Embaixadora, Ana Silvia Reynoso pelo interesse que há muitos anos tem manifestado no meu trabalho artístico.

De modo particular, gostaria de mencionar a participação e o apoio entusiásmatico de Antonio Isa Nadal, Ministro Conselheiro da embaixada, amigo que acredita firmemente que a arte é a melhor forma de divulgar e promover nosso país e nossa cultura.
 Este belo lugar em que a amostra é realizada, Casa de América Latina em Lisboa é um ponto de encontro extremamente valioso para divulgar os nossos valores culturais. Porque a cultura é um fluxo constante, uma troca, um fluxo inesgotável da experiência humana. Estas experiências são expressadas em arte, música, literatura.

Portugal é um grande descobrimento. A cada dia que se passa, mais desfrutamos de Lisboa, de sua deliciosa cultura culinária, de seus maravilhosos vinhos, de sua arquitetura, de sua rica arte e seus muitos tesouros.
 Da mesma maneira, uma exposição de arte é sempre um convite para aprender e saber mais sobre como outras culturas compreendem a existência humana. É por isso que eu quero que esta exposição sirva para abrir o apetito, para estabelecer novos e duradouros laços, entre Portugal e nossa República Dominicana.

Por isso, vos convido a olhar atentamente estas telas, convide seus amigos para visitar a exposição. Porque entre dominicanos e Portuguêses são mais fortes os laços que nos ligam, que o Oceano Atlântico, não estamos tão longe, apenas há poucas horas de um caloroso e amigável país como este.
 Uma exposição é sempre uma viajem. No século XVII foi difícil de viajar. Isso representava grandes perigos. Hoje, estamos mais perto. Portanto, espero que durante a minha apresentação neste mês, seja um convite constante para que você possa entrar a nosso país, a nossa cultura, a nossa experiencia de vida.


Obrigado
Fernando Ureña Rib

                                          

 

                 

 

 

 

 

 

 

 

 

FERNANDO UREÑA RIB

MUSEUM DATA


 

Nasceu em La Romana, República Dominicana em 1951. Foi um artista precoce. (Sua primeira mostra individual realizou-se em 1968, na Galeria Colonial de Santo Domingo) Seus primeiros estudos artísticos foram orientados pela mãe. Em 1963 foi enviado para Santo Domingo, a fim de cursar a Academia Nacional de Belas-Artes, onde foi aluno de Jaime Colson. Após curto estágio em Madrid. 

A próprio artista, em depoimento de 1973, assim descreveu esses primeiros tempos na Europa: "Em Madrid continuei a busca e comecei a desenhar. Desenhei seis meses dia e noite. Um belo dia fui com um colega ver uma grande exposição de pintura moderna. 

Eram quadros grandes. Havia emprego de quilos de tintas, e de todas as cores. Um jogo formidável. Uma confusão, um arrebatamento, cada acidente de forma pintado com todas as cores. O artista não havia tomado tempo para misturar as cores, o que para mim foi uma revelação e minha primeira descoberta. Pensei: o artista está certo. A luz do sol é composta de três cores primárias e quatro derivadas. 

Os objectos se acusam só quando saem da sombra, isto é, quando envolvidos na luz. Tudo é resultado da luz que os acusa, participando de todas as cores. Comecei a ver tudo acusado por todas as cores.

 Nada neste mundo é incolor ou sem luz. Procurei o homem de todas as cores, Jaime Colson, e dentro de uma semana comecei a trabalhar na aula desse professor. "Após uma curta passagem pela Alemanha se dirigiu a Paris e retornou ao Santo Domingo em 1976 quando. Em 1977 após estudos feitos nos Estados Unidos realizou outra exposição. Seus trabalhos foram expostos na Museu Arte Moderna de 1980 em outras exposição onde foi premiado e consagrado. Para Pedro Mir, outro expoente do modernismo poético dominicano: "foi ele, foram os seus quadros, que nos deram uma primeira consciência de pais e de coletividade em luta pela modernização das artes dominicanas."

O crítico e poeta Efraim Castillo classificou Fernando Ureña Rib como artista cuja obra apresenta "notável continuidade e coerência", sem repetições nem rupturas radicais. Ele se manteve desde o início da carreira à margem do concretismo, do neoconcretismo, do pop, do abstraccionismo informal, permanecendo fiel à estética proposta pelos pintores dominicanos dos anos 70. Trata-se, sem dúvida, de um dos principais pintores dominicanos contemporâneos, com obra extensa e variada.

Fernando Ureña Rib abandonou sua primeira maneira e, sob influência da Escola de Madrid, iniciou uma nova fase, marcada pela influência de Gaugin, Modigliani, De Chirico e, entre os dominicanos, Eligio Pichardo. Essa influência se mostra presente em sua tendência construtiva, sua atmosfera rarefeita em certos quadros, nas cabeças ovaladas de seus banhistas além do despojamento e severidade de certas naturezas mortas. A influência maior, contudo, proveio do Cubismo, mas de um cubismo adaptado à circunstância tropicais e às peculiaridades do temperamento do pintor. Foi essa paixão pelo cubismo que fez Ureña Rib substituir gradualmente o Impressionismo de suas primeiras obras por uma arte mais estrutura da, mais construída. Em 1981, recebeu o prémio de melhor pintor dominicano na Bienal Nacional de Belas-Artes. Várias vezes expôs individualmente e participou de mostras colectivas.

Respondendo a um inquérito entre artistas, organizado por Marianne de Tolentino alinhou, como influências que mais fundamente o marcaram. 'o Futurismo, o Cubismo, a estampa japonesa, a arte negra, a Escola de Paris e sobretudo a arte do nosso ameríndio". Nascido em La Romana de numa família de artistas, já em 1974 Fernando Ureña Rib estava em Paris cursando, por pouco tempo, a Academia Julian.

"Em vez de se dedicar comodamente a caligrafia acadêmica, Fernando Ureña Rib repudiou essa tradição que sufoca geralmente os artistas do seu país, para ressuscitar a influência da uma tradição europeia, que devia ser a primeira a provocar e inspirar os artistas modernos."

 

EMBAJADA DOMINICANA EN ESPAÑA

 

 

 

 

 

FERNANDO URENA RIB

ART STUDIO

Orgánica

UREÑA RIB

Pintura Orgánica de Fernando Ureña Rib

PINTURAS Y ESCULTURAS RECIENTES

CONTACT INFORMATION

 

 

Revisado: January 10, 2012
TODOS LOS DERECHOS RESERVADOS. ALL RIGHTS RESERVED

 

Home Contact us Search for Artists profiles Latin Artists Directory
  Privacy Policy | Terms of use | Help | Contact Us | Report Abuse
© Latin Art Museum 2006. Designed and developed.