dominican art

 

FERNANDO UREÑA RIB

casa de américa latina

lisboa, portugal

 

 

Ana Silvia Reynoso, Antonio Isa, Anabela, Fernando Urena Rib

Minhas Senhoras e meus Senhores

O interior desta magnífica Casa da América Latina em Lisboa-Portugal, hoje brilha com uma luz especial, graças ao convite que foi feito da Embaixada Dominicana em Portugal ao internacionalmente conhecido artista Fernando Ureña Rib, que exibe suas telas aqui até o próximo 21 de março, desta exposição chamada ¨ Fusões de Carnaval¨

Existem 22 peças ilustrando a beleza da fantasia Dominicana e as mulheres, e para perceber as nossas realizações na arte de pintar.  Este evento é apresentado como parte da comemoração do 164 º aniversário da Independência da nação Dominicana, separado do governo haitiano em 27 de fevereiro de 1844.

Para atingir este evento foi determinante a altruísta participação da Casa da América Latina, juntamente com o famoso pintor Fernando Ureña Rib e sua esposa, Carmela, da Fundação Ureña Rib e de www.latinartmuseum.com. Gostaria de fazer uma menção especial aos nossos patrocinadores, a empresa Lexus automóvel, que têm nos dado grande apoio neste evento cultural.

Também, é necessário mencionar o Restaurante Cinderela, na pessoa do Sr.Vasco Almeida Rodrigues, pelo vinho e os deliciosos petiscos que nós gozamos nesta noite memorável.  Eu quero acusar a presença de todos vocês e em particular ao corpo diplomático acreditado em Lisboa e em todos os dignitários e representantes oficiais. Muito obrigado e espero que vocês apreciem a estética, a criatividade a técnica e maestria de Fernando Ureña Rib, que é um incansável inovador na arte de pintar belas mulheres.


Antonio Isa Nadal

Embajadores de Colombia y Argentina junto a Fernando Urena Rib en la exposicion Fusiones de Carnaval en Casa de las Americas, Lisboa

 

 

 

Minhas Senhoras e meus Senhores
Boa Noite

Obrigado a todos pela vossa presença comigo esta noite, na minha exposiçaõ Fusões de Carnaval.

A conferência que o historiador dominicano Roberto Casá proferio no Palacio da Foz, aprendi que o nosso país, a República Dominicana, no século XVII teve uma numerosa população Portuguêsa. E, é verdade. Basta consultar um diretório telefonico Dominicano pra ver que muitas das nossas famílias e sobrenomes vêm de Portugal.

Por isso, estou muito grato que a Embaixada Dominicana me fizeram o convite para expor as minhas telas com o tema Fusões do Carnaval aquí em Lisboa
. Obrigado, Senhora Embaixadora, Ana Silvia Reynoso pelo interesse que há muitos anos tem manifestado no meu trabalho artístico.

De modo particular, gostaria de mencionar a participação e o apoio entusiásmatico de Antonio Isa Nadal, Ministro Conselheiro da embaixada, amigo que acredita firmemente que a arte é a melhor forma de divulgar e promover nosso país e nossa cultura.
 Este belo lugar em que a amostra é realizada, Casa de América Latina em Lisboa é um ponto de encontro extremamente valioso para divulgar os nossos valores culturais. Porque a cultura é um fluxo constante, uma troca, um fluxo inesgotável da experiência humana. Estas experiências são expressadas em arte, música, literatura.

Portugal é um grande descobrimento. A cada dia que se passa, mais desfrutamos de Lisboa, de sua deliciosa cultura culinária, de seus maravilhosos vinhos, de sua arquitetura, de sua rica arte e seus muitos tesouros.
 Da mesma maneira, uma exposição de arte é sempre um convite para aprender e saber mais sobre como outras culturas compreendem a existência humana. É por isso que eu quero que esta exposição sirva para abrir o apetito, para estabelecer novos e duradouros laços, entre Portugal e nossa República Dominicana.

Por isso, vos convido a olhar atentamente estas telas, convide seus amigos para visitar a exposição. Porque entre dominicanos e Portuguêses são mais fortes os laços que nos ligam, que o Oceano Atlântico, não estamos tão longe, apenas há poucas horas de um caloroso e amigável país como este.
 Uma exposição é sempre uma viajem. No século XVII foi difícil de viajar. Isso representava grandes perigos. Hoje, estamos mais perto. Portanto, espero que durante a minha apresentação neste mês, seja um convite constante para que você possa entrar a nosso país, a nossa cultura, a nossa experiencia de vida.


Obrigado
Fernando Ureña Rib

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FERNANDO UREÑA RIB

Trigueña, Una de las pinturas al oleo de Fernando Ureña Rib presentadas en la casa de America Latina en Lisboa Portugal

 

 

MUSEUM DATA

FERNANDO UREÑA RIB

Nasceu em La Romana, República Dominicana em 1951. Foi um artista precoce. (Sua primeira mostra individual realizou-se em 1968, na Galeria Colonial de Santo Domingo) Seus primeiros estudos artísticos foram orientados pela mãe. Em 1963 foi enviado para Santo Domingo, a fim de cursar a Academia Nacional de Belas-Artes, onde foi aluno de Jaime Colson. Após curto estágio em Madrid. 

A próprio artista, em depoimento de 1973, assim descreveu esses primeiros tempos na Europa: "Em Madrid continuei a busca e comecei a desenhar. Desenhei seis meses dia e noite. Um belo dia fui com um colega ver uma grande exposição de pintura moderna. 

Eram quadros grandes. Havia emprego de quilos de tintas, e de todas as cores. Um jogo formidável. Uma confusão, um arrebatamento, cada acidente de forma pintado com todas as cores. O artista não havia tomado tempo para misturar as cores, o que para mim foi uma revelação e minha primeira descoberta. Pensei: o artista está certo. A luz do sol é composta de três cores primárias e quatro derivadas. 

Os objectos se acusam só quando saem da sombra, isto é, quando envolvidos na luz. Tudo é resultado da luz que os acusa, participando de todas as cores. Comecei a ver tudo acusado por todas as cores.

 Nada neste mundo é incolor ou sem luz. Procurei o homem de todas as cores, Jaime Colson, e dentro de uma semana comecei a trabalhar na aula desse professor. "Após uma curta passagem pela Alemanha se dirigiu a Paris e retornou ao Santo Domingo em 1976 quando. Em 1977 após estudos feitos nos Estados Unidos realizou outra exposição. Seus trabalhos foram expostos na Museu Arte Moderna de 1980 em outras exposição onde foi premiado e consagrado. Para Pedro Mir, outro expoente do modernismo poético dominicano: "foi ele, foram os seus quadros, que nos deram uma primeira consciência de pais e de coletividade em luta pela modernização das artes dominicanas."

O crítico e poeta Efraim Castillo classificou Fernando Ureña Rib como artista cuja obra apresenta "notável continuidade e coerência", sem repetições nem rupturas radicais. Ele se manteve desde o início da carreira à margem do concretismo, do neoconcretismo, do pop, do abstraccionismo informal, permanecendo fiel à estética proposta pelos pintores dominicanos dos anos 70. Trata-se, sem dúvida, de um dos principais pintores dominicanos contemporâneos, com obra extensa e variada.

Fernando Ureña Rib abandonou sua primeira maneira e, sob influência da Escola de Madrid, iniciou uma nova fase, marcada pela influência de Gaugin, Modigliani, De Chirico e, entre os dominicanos, Eligio Pichardo. Essa influência se mostra presente em sua tendência construtiva, sua atmosfera rarefeita em certos quadros, nas cabeças ovaladas de seus banhistas além do despojamento e severidade de certas naturezas mortas. A influência maior, contudo, proveio do Cubismo, mas de um cubismo adaptado à circunstância tropicais e às peculiaridades do temperamento do pintor. Foi essa paixão pelo cubismo que fez Ureña Rib substituir gradualmente o Impressionismo de suas primeiras obras por uma arte mais estrutura da, mais construída. Em 1981, recebeu o prémio de melhor pintor dominicano na Bienal Nacional de Belas-Artes. Várias vezes expôs individualmente e participou de mostras colectivas.

Respondendo a um inquérito entre artistas, organizado por Marianne de Tolentino alinhou, como influências que mais fundamente o marcaram. 'o Futurismo, o Cubismo, a estampa japonesa, a arte negra, a Escola de Paris e sobretudo a arte do nosso ameríndio". Nascido em La Romana de numa família de artistas, já em 1974 Fernando Ureña Rib estava em Paris cursando, por pouco tempo, a Academia Julian.

"Em vez de se dedicar comodamente a caligrafia acadêmica, Fernando Ureña Rib repudiou essa tradição que sufoca geralmente os artistas do seu país, para ressuscitar a influência da uma tradição europeia, que devia ser a primeira a provocar e inspirar os artistas modernos."

 

 

 

MÚSICA DOMINICANA

SOBRE EL AMONÍACO

Y LA TRANSPARENCIA DE LOS GOBIERNOS

FERNANDO UREÑA RIB

 

 

 

 

 
ALUCINANTE

Emotivo recital del maestro Molina, la OSN y Maridalia
 

Pachico Tejada - 6/26/2008




EL MOSAICO SONORO DE LA DOMINICANIDAD SE REALIZÓ CON EL AUSPICIO DE INDOTEL

El maestro José Antonio Molina, con la batuta, dirigiendo al principal grupo musical del país.
SANTO DOMINGO.- La Orquesta Sinfónica Nacional, dirigida por el maestro José Antonio Molina, ofreció la noche del martes una experiencia estética alucinante. El décimo aniversario de la Ley de Telecomunicaciones fue celebrado con el “Mosaico sonoro de la dominicanidad”, presentado con el auspicio del Instituto Dominicano de las Telecomunicaciones (Indotel) en la sala principal del Teatro Nacional Eduardo Brito.

La Sinfónica supo interpretar el “Bolero” de Ravel con gracia y maestría, como una pirámide invertida, desde la más mínima percusión, extendiéndose a los vientos y las cuerdas, hasta culminar en un apoteósico final en que toda la orquesta participa.

El emotivo concierto de gala concluyó con la magistral interpretación de la reconocida pieza de Ravel, que ratificó la calidad del maestro Molina y de nuestra Sinfónica.

Hubo una ovación de pie de la audiencia en un momento emocionante, al dejarse envolver por la magia de la música y la manera de llevar la batuta de Molina, como una danza, por momentos frenética y calmada, en otros instantes saltando, agachándose, dejando que la melodía lo llevara en su vuelo.

Dos horas antes, el evento había iniciado con imágenes de los puntos más bellos del país: playas, montañas, gente, al son del “Compadre Pedro Juan” de Luis Alberti.

Luego de la introducción audiovisual, la música dio inicio con “Porgy and Bess: un cuadro sinfónico”, del compositor norteamericano George Gershwin.

Los sutiles acordes del conocido “Summertime” llenaron de belleza sonora la sala entre vientos y cuerdas. En el segundo movimiento, el maestro Molina ejerció con energía la dirección y así respondió la percusión al entrar con su sonido fortalecido.

Antes del momento final, con la obra de Maurice Ravel, Molina condujo “Romeo y Julieta, Obertur a - f ant a s í a en Sí menor”, de Tchaikovsky, uno de sus autores más admirados.

Maridalia Hernández, la solista
La cantante Maridalia Hernández estuvo magnífica cuando interpretó dos momentos de “El amor brujo” de Manuel de Falla, esto es, “Canción del amor dolido” y “Canción del fuego fatuo”.

La cantante parece haber robado el duende gitano para realizar una interpretación llena del dramatismo que merece este tipo de canción.

De España, la noche se trasladó musicalmente a América del Sur. “Balada para un loco”, del argentino Astor Piazzolla fue la continuación del excelente programa pautado para el espectáculo.

La parte dominicana llegó con el “Popurrí de canciones románticas dominicanas”.

Maridalia hizo temas de, entre otros autores, Anthony Ríos, (“La distancia”), José Dolores Cerón (“Como me besabas tú”), Juan Lockward (“Luna sobre el Jaragua”) y Salvador Sturla (“Amorosa”). Por la familiaridad de los temas, Maridalia invitó al público a cantar con ella, pero al parecer la solemnidad de la sala pudo más que las ganas de acompañarla con las conocidas letras y solo unos pocos se animaron a hacerle coro.

Esta actitud de respeto no fue rota ni siquiera cuando, en la segunda parte de este segmento, Maridalia y la orquesta realizaron la interpretación de “Popurrí de merengues”, autoría de Julio Alberto Hernández, abuelo de la cantante.

Indotel
El secretario de Estado y presidente del Indotel, José Rafael Vargas, expresó que se trata de un majestuoso “concierto para el recuerdo”, mediante el cual la Indotel celebró los diez años de aplicación de esta ley que creó.

Sostuvo que en estos diez años de la Ley número 153- 98 “han dejado frutos positivos” que el país celebró en grande, con el exquisito concierto que ofreció la Orquesta Sinfónica Nacional, bajo la dirección del maestro José Antonio Molina, con Maridalia Hernández como solista.

Vargas manifestó que al patrocinar este concierto, el Indotel no solo se adentra en lo que han sido estos diez últimos años de telecomunicación en el país, sino que, además, reconoce el extraordinario talento musical que brota de las entrañas mismas del pueblo dominicano.




 

FERNANDO UREÑA RIB 

 

 

 



 

 

Ureña Rib has seen his work exhibited around the World and holds a prominent position on the Art scene in his own country, but he admits to be particularly drawn to Montreal, which he visits annually. Renting a studio in the downtown Belgo Building, he immerses himself enthusiastically in the creative and diverse atmosphere of Montreal producing here his works.

FERNANDO URENA RIB

ART STUDIO

 

 

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Revisado: July 31, 2008
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